https://www.facebook.com/clinicadrjosebento/photos/pb.336424263085657.-2207520000.1401303092./695644553830291/?type=3&theater
quarta-feira, 28 de maio de 2014
Combata...
https://www.facebook.com/clinicadrjosebento/photos/pb.336424263085657.-2207520000.1401303092./697083480353065/?type=3&theater
segunda-feira, 26 de maio de 2014
menopausa
A menopausa entre as brasileiras ocorre por volta dos 48 anos, em média. O diagnóstico de sua aproximação, ou seja, do início da perimenopausa, que se caracteriza pela irregularidade dos ciclos menstruais, é feito por meio de exame clínico, especialmente quando a mulher apresenta sintomas típicos do desequilíbrio hormonal que antecede a menopausa, como as ondas de calor ou fogachos. Os ciclos ficam curtos durante esse período inicial mas tendem a alongar-se progressivamente, por causa da anovulação. Quando as irregularidades menstruais são as únicas manifestações presentes, os médicos consideram a dosagem do hormônio folículo estimulante (FSH) para chegar ao diagnóstico. Níveis de hormônio folículo estimulante (FSH) acima de 30 mU/ml indicam o declínio da função ovariana e a aproximação da menopausa.
http://www2.uol.com.br/menospausa/exames1.htm
http://www2.uol.com.br/menospausa/exames1.htm
sexta-feira, 23 de maio de 2014
O que é Diabetes tipo 1?
O diabetes tipo 1 acontece quando a produção de insulina do pâncreas é insuficiente, pois suas células sofrem de destruição autoimune. O pâncreas perde a capacidade de produzir insulina em decorrência de um defeito do sistema imunológico, fazendo com que nossos anticorpos ataquem as células que produzem a esse hormônio. Nesse cenário, o corpo acaba atacando as células que produzem insulina por não reconhecerem mais elas como sendo da pessoa. O diabetes tipo 1 ocorre em cerca de 5 a 10% dos pacientes com diabetes. Os portadores de diabetes tipo 1 necessitam injeções diárias de insulina para manterem a glicose no sangue em valores normais e há risco de vida se as doses de insulina não são dadas diariamente. O diabetes tipo 1, embora ocorra em qualquer idade, é mais comum ser diagnosticado em crianças, adolescentes ou adultos jovens.
Causas
A diabetes tipo 1 se desenvolve porque o sistema imunológico do organismo destrói as células beta-pancreáticas, que são as responsáveis pela fabricação de insulina. Por isso, as pessoas com diabetes tipo 1 não pode fazer sua própria insulina em quantidades adequadas. O diabetes tipo 1 pode acontecer por uma herança genética em conjunto com fatores ambientais como infecções virais. A insulina é necessária para levar o açúcar do sangue às células, onde a glicose poderá ser estocada ou usada como fonte de energia. No diabetes tipo 1, as células beta produzem pouca ou nenhuma insulina. Isso faz com que a glicose não entre nas células, se acumulando no sangue e levando ao diabetes tipo 1.
Perguntas frequentes
Meu exame de glicemia está acima dos 100 mg/dl. Estou com diabetes?
Não necessariamente. O exame de glicemia do jejum é o primeiro passo para investigar o diabetes e acompanhar a doença. Os valores normais da glicemia do jejum ficam entre 75 e 110 mg/dL (miligramas de glicose por decilitro de sangue). Estar um pouco acima ou abaixo desses valores indica apenas que o indivíduo está com uma glicemia no jejum alterada. Isso funciona como um alerta de que a secreção de insulina não está normal, e o médico deve seguir com a investigação solicitando um exame chamado curva glicêmica, que define se o paciente possui intolerância à glicose, diabetes ou então apenas um resultado alterado.
O diabetes não passa de pessoa para pessoa. O que acontece é que, em especial no tipo 1, há uma propensão genética para se ter a doença e não uma transmissão comum. Pode acontecer, por exemplo de a mãe ter diabetes e os filhos nascerem totalmente saudáveis. Já o diabetes tipo 2 é uma consequência de maus hábitos, como sedentarismo e obesidade, que também podem ser adotados pela família inteira - explicando porque pessoas próximas tendem a ter a doença conjuntamente.
pesquisa: http://www.minhavida.com.br/saude/temas/diabetes-tipo-1
quinta-feira, 22 de maio de 2014
Hormônio Antidiurético (ADH)
O hormônio antidiutérico, também conhecido como arginina-vassopressina (AVP) ou apenas vasopressina, é um hormônio que foi identificado e sintetizado em 1954 por Vigneaud.
A vasopressina é um nonapeptídeo com características básicas (pH 10,9), com peso de 1228kDa. Possui uma ligação sulfídica entre os resíduos de cisteína nas posição 1 e 6, formando um anel. A presença da aspergina na posição 5 , prolina na posição 7 e glicina na posição 9 são imprescindíveis para o seu desempenho biológico.
Este hormônio possui meia-vida de 17 a 35 minutos. A ligação do ADH a receptores específicos estimula a contração de células musculares lisas na parede dos vasos sanguíneos. A ligação em outros tipos de receptores irá induzir o aumento da permeabilidade das células tubulares renais e, consequentemente, a reabsorção de água.
A vasopressina é um nonapeptídeo com características básicas (pH 10,9), com peso de 1228kDa. Possui uma ligação sulfídica entre os resíduos de cisteína nas posição 1 e 6, formando um anel. A presença da aspergina na posição 5 , prolina na posição 7 e glicina na posição 9 são imprescindíveis para o seu desempenho biológico.
O ADH é oriundo de um pré-hormônio com 168 aminoácidos. Este polipeptídeo apresenta uma sequência de peptídeo sinal, que tem como função assegurar a incorporação do pré-pró-hormônio nosribossomos das células nervosas (neurônios) dos núcleos supra-óptico e para-ventricular do hipotálamo. A retirada da sequência de peptídeo sinal origina o pró-hormônio com 145 aminoácidos que é transportado em grânulos neurossecretórios por meio do trato supra-óptico-hipofisário. Esse pró-hormônio sofre, por sua vez, sucessivas ações de endopeptidases, exopeptidases, monooxigenases e liases, originando três polipeptídeos: a vasopressina, a vasopressina-neurofisina II e um glicopeptídeo denominado copeptina.
A principal função do ADH é controlar a osmolalidade e o volume dos líquidos corporais. Os neurônios secretores são ativados em conseqüência do aumento na pressão osmótica ou redução da pressão hidrostática sanguínea. A liberação desse hormônio suscita um potente efeito vasoconstritor, fazendo com que a retenção de água aumente, atuando como hormônio antidiurético. O aumento da permeabilidade dos túbulos coletores e dos ramos espesso ascendente da alça de Henle, resultante da exposição das aquaporinas na membrana apical, possibilita a difusão da água encontradas nas células dos túbulos para a região medular do rim.
O ADH atua na adeno-hipófise simultaneamente com o hormônio liberador de corticotrofina (CHR), determinando a liberação de hormônio adenocorticotrófico (ACTH). Adiabetes insípida pode ser resultante da falta de secreção de ADH ou por ausência de receptores renais para o ADH. Outro tipo raro dessa diabetes tem sido descrita durante a gestação e é causada por uma excessiva degradação do ADH por uma enzima sintetizada na placenta.
Outra disfunção que pode vir a ocorrer é a hiponatremia, conseqüente da falta de supressão da secreção de ADH. Há uma redução da osmolaridade do plasma associada ao aumento da concentração urinária em indivíduos com função renal e adrenal normais. As etiologias podem ser diversas, como: lesões na cabeça, abscesso cerebral, meningite, encefalite, ou associadas a tratamentos com ADH ou análogos, bem como certos fármacos.
sábado, 17 de maio de 2014
Os riscos da Síndrome do Ovário Policístico na gravidez...
É difícil achar uma mulher que passa a vida inteira sem ter uma reclamaçãozinha de sintomas relacionados a alterações hormonais. E há uma alteração hormonal que afeta 10% das mulheres em idade reprodutiva, conhecida por Síndrome do Ovário Policístico.
O nome é bem estranho, mas as causas são bem conhecidas. Os sintomas mais comuns dessa síndrome são aumento de pêlos na região do queixo, abdômen e buço, pele oleosa e acne, aumento de peso, pequenos cistos no ovário detectados por um ultrassom e ciclos menstruais desregrados, fazendo com que a mulher menstrue apenas de duas a três vezes ao ano.
A Síndrome do Ovário Policístico pode prejudicar a gravidez. Por conta do ciclo menstrual espaçado, a mulher pode ter dificuldade de engravidar, tendo, às vezes, que recorrer a outros métodos para acontecer a fertilização.
Que fique bem claro: nem toda mulher que tem pequenos cistos no ovário desenvolverá a Síndrome. Para o diagnóstico, além dos pequenos cistos, todos os outros sintomas, principalmente a alteração nos ciclos menstruais, precisam estar associados.
Há mulheres que já tiveram filhos e nunca tiveram sintoma e que, um dia, por um ultrassom, descobrem que têm ovários cheios de pequenos cistos, mas que não alteram em nada o metabolismo.
Dieta - A obesidade pode ser uma das causas da síndrome do ovário policístico, piorando as condições, pois inibe a ação da insulina na célula, aumenta o nível de glicose no sangue e faz com que o pâncreas produza mais insulina. A mulher começa a ter alterações menstruais e aumento dos pêlos, mas isso tende a regredir com o emagrecimento.
Outra causa é uma produção maior de hormônios masculinos por conta dos cistos no ovário ou por alterações da hipófise e hipotálamos, responsáveis pelas produções dos hormônios do organismo. Tendo como conseqüência aumento do tamanho dos ovários e ciclos menstruais espaçados.
Controle diário - Não há cura para a Síndrome do ovário policístico, mas o tratamento regulariza os sintomas e isso vai depender muito da fase em que a mulher se encontra. Se estiver na puberdade, o que incomodará serão os pêlos em excesso, as acnes e o aumento de peso.
Muitas vezes só o emagrecimento é o suficiente. Já a mulher que queira engravidar deve fazer uso de medicamentos que estimulem a ovulação. Se não der certo, a fertilização in vitro é outra solução.
O tratamento deve ser feito e a síndrome deve ser acompanhada, já que as mulheres que a apresentam essa síndrome têm riscos maiores de desenvolverem diabetes tipo II, distúrbios cardiovasculares, hipertensão e até câncer.
pesquisa: http://guiadobebe.uol.com.br/sindrome-do-ovario-policistico/
segunda-feira, 12 de maio de 2014
O que é Raquitismo?
Raquitismo é um distúrbio causado pela falta de vitamina D, cálcio ou fosfato. Ele causa o amolecimento e o enfraquecimento dos ossos.
Causas
A vitamina D ajuda o corpo a controlar os níveis de cálcio e fosfato. Se os níveis desses minerais no sangue tornam-se muito baixos, o corpo pode produzir hormônios que causam a retirada de cálcio e fosfato dos ossos. Isso leva a ossos fracos e moles.
A vitamina D é absorvida através de alimentos ou produzida pela pele quando exposta à luz solar. A falta de produção de vitamina D pela pele pode ocorrer em pessoas que:
- Vivem em climas com pouca exposição à luz solar
- Precisam ficar em ambientes fechados
- Trabalham em ambientes fechados durante o dia
Pode haver falta de vitamina D em sua dieta se você:
- Tem intolerância à lactose (problemas para digerir produtos lácteos)
- Não bebe leite e derivados
- Segue uma dieta vegetariana
Bebês que só se alimentam de leite materno podem desenvolver deficiência em vitamina D. O leite materno não fornece as quantidades ideais de vitamina D. Isso pode ser um problema para crianças de pele mais escura nos meses de inverno (quando há menos luz solar).
A falta de cálcio e fósforo na alimentação também pode levar ao raquitismo. O raquitismo causado pela falta desses minerais na alimentação é raro em países desenvolvidos porque cálcio e fósforo são encontrados no leite e nas verduras.
A genética pode aumentar o risco de raquitismo. O raquitismo hereditário é uma forma da doença passada pelas gerações. Ele ocorre quando os rins não são capazes de reter fosfato. O raquitismo também pode ser causado por problemas nos rins ligados à acidose tubular renal.
Distúrbios que reduzem a digestão ou absorção de gordura dificultam a absorção de vitamina D pelo corpo.
Ocasionalmente, o raquitismo pode ocorrer em crianças que têm distúrbios do fígado ou que não podem transformar a vitamina D em sua forma ativa.
O raquitismo é raro nos Estados Unidos. É mais provável que ocorra em crianças durante períodos de crescimento rápido, quando o corpo precisa de altos níveis de cálcio e fosfato. O raquitismo pode ser visto em crianças de 6 a 24 meses. É raro em recém-nascidos.
quinta-feira, 8 de maio de 2014
O que é o hormônio do crescimento (GH)?
O hormônio do crescimento é produzido pela hipófise, glândula pequena como um grão de feijão, localizada na parte inferior do cérebro. Como o nome diz, esse hormônio é absolutamente essencial para proporcionar o crescimento físico e a deficiência em sua produção é responsável pelos casos de nanismo, isto é, pela estatura muito baixa de algumas pessoas. Produzido em excesso, provoca acromegalia, ou seja, crescimento exagerado dos pés, das mãos, das orelhas e nariz.
Entre as décadas de 1960 e 1980, o hormônio do crescimento era obtido a partir da hipófise de cadáveres, método que limitava muito sua utilização. No entanto, o desenvolvimento da tecnologia do DNA recombinante tornou possível introduzir o gene do hormônio do crescimento humano em bactérias a fim de que elas produzissem esse hormônio. Em outras palavras: a introdução do gene do hormônio do crescimento humano em bactérias fez delas escravas obrigadas a produzi-lo em quantidades ilimitadas, o que possibilita sua utilização numa série de situações clínicas diferentes.
Entre as décadas de 1960 e 1980, o hormônio do crescimento era obtido a partir da hipófise de cadáveres, método que limitava muito sua utilização. No entanto, o desenvolvimento da tecnologia do DNA recombinante tornou possível introduzir o gene do hormônio do crescimento humano em bactérias a fim de que elas produzissem esse hormônio. Em outras palavras: a introdução do gene do hormônio do crescimento humano em bactérias fez delas escravas obrigadas a produzi-lo em quantidades ilimitadas, o que possibilita sua utilização numa série de situações clínicas diferentes.
Referência:http://drauziovarella.com.br/drauzio/hormonio-do-crescimento/
segunda-feira, 5 de maio de 2014
Transtornos do Colesterol (Dislipidemias)
Os altos níveis de gorduras no sangue, como o colesterol (principalmente o LDL-colesterol, ou “mau” colesterol), estão associados a doenças dos vasos sangüíneos (aterosclerose) e do coração (infarto do miocárdio), além de aumentarem o risco de derrames cerebrais e outras doenças. Apesar de classicamente serem tratadas pelos cardiologistas, as elevações do colesterol também pertencem à área da Endocrinologia, visto que muitas vezes podem estar associadas ao diabetes ou aos seus estágios iniciais, ao hipotireoidismo, à obesidade e aos maus hábitos de vida, condições nas quais o endocrinologista tem melhor preparo para realizar as intervenções mais adequadas. Dietas especiais, exercício e medicações podem ser prescritos para o tratamento dos transtornos do colesterol.
pesquisado: http://www.portalendocrino.com.br/oquetrata.shtml
pesquisado: http://www.portalendocrino.com.br/oquetrata.shtml
sexta-feira, 2 de maio de 2014
Algumas doenças relacionadas com o Sistema Endócrino são:
- A Insônia, uma incapacidade de um indivíduo em conseguir qualidade ou quantidade suficiente de sono. Suas causas podem ser hiperatividade da glândula tireóide, diabetes, contrações musculares violentas, ingestão de estimulantes, etc. Estima-se, porém, que mais de 75% dos casos têm uma causa psicológica.
- O Cretinismo é uma doença provocada pela ausência congênita de tiroxina, hormônio secretado pela glândula tireóide. Caracteriza-se pelo retardo físico e mental, estatura baixa, extremidades deformadas, feições grosseiras e pêlo escasso e áspero. Muitos países fazem, como rotina, o diagnóstico precoce em todos os recém-nascidos. O cretinismo endêmico ocorre em áreas onde existe um déficit de sal iodado na água. O iodo é um componente essencial para a síntese de tiroxina.
- Bócio é uma doença da glândula tireóide, caracterizada por um aumento de seu tamanho, visível externamente como uma inflamação na face anterior do pescoço.
O bócio simples caracteriza-se por um aumento global da glândula, ou de um de seus lóbulos, sendo usualmente causado por um carência dietética de iodo.
O bócio tóxico, também chamado hipertireoidismo ou tireotoxicose, é uma manifestação da doença de Graves (causada por um excesso de secreção de tiroxina) ou de bócio multinodular (que ocorre quando a glândula funciona independentemente do controle da hipófise).
A deficiência de iodo é uma causa freqüente e previsível de bócio, uma doença caracterizada pelo aumento de tamanho da glândula tireóide. Em alguns casos, seu crescimento é excessivo e provoca também a diminuição ou elevação dos níveis do metabolismo basal. O tratamento inclui a ingestão de pequenas doses de iodo ou, em casos extremos, a extirpação da glândula tireóide. - A Mixedema é uma doença deficitária devido à produção insuficiente ou nula de hormônios pela tireóide. Os pacientes sofrem de cansaço, sonolência, intolerância ao frio, falta de agilidade mental, tendem a ganhar peso e têm dores generalizadas.
- Nanismo é uma condição caracterizada por uma estatura inferior à normal. O cretinismo é uma das causas. Ocorre como conseqüência de uma doença da glândula tireóide. Outras causas são: a síndrome de Down, a tuberculose da coluna vertebral ou as alterações da função endócrina da hipófise ou dos ovários.
- Gigantismo é o crescimento desmesurado de todo o corpo, em especial dos braços e pernas. Normalmente, deve-se a uma superprodução do hormônio do crescimento ou a uma anomalia hereditária que impede a ossificação normal durante a puberdade, fazendo com que o crescimento continue.
Referência:
http://www.dermaline.com.br/Doencas-Endocrinologicas.aspx
A influência dos hormônios no ciclo menstrual


Um ciclo menstrual típico dura 28 dias. Começa com três a cinco dias de menstruação, ou expulsão do revestimento uterino, quando os níveis hormonais são baixos. Ao final da menstruação, um hormônio hipofisário estimula o desenvolvimento de novos folículos no ovário. Este secreta estrógenos quando os folículos amadurecem e induz a proliferação das células do revestimento do útero. Na metade do ciclo, um folículo maduro libera um óvulo. O folículo vazio forma o corpo lúteo, um corpo endócrino que secreta progesterona. Sob a influência adicional da progesterona, o revestimento uterino é engrossado e se torna mais denso, como preparação para a implantação do ovo fecundado. Se a fecundação não ocorre, o corpo lúteo morre e os níveis hormonais diminuem. Sem o estímulo hormonal, o revestimento uterino se desfaz e é expulso, dando origem a um novo período menstrual e um novo ciclo.
Referência:
http://www.dermaline.com.br/Doencas-Endocrinologicas.aspx
O pâncreas une dois mundos
Existem dois tipos de glândulas do corpo: exócrina e endócrina. As glândulas exócrinas - que incluem as glândulas salivares, glândulas sudoríparas e glândulas mamárias - excretam os seus produtos através de ductos.
As glândulas endócrinas, por sua vez, libertam os seus produtos (hormonas), sem ductos, diretamente na corrente sanguínea. O pâncreas tem tanto funções endócrinas e exócrinas. Por um lado, ele liberta uma série de hormonas , incluindo a insulina e glucagon, para a corrente sanguínea.
Mas também segrega um suco pancreático que contém enzimas digestivas importantes através de condutas para o intestino delgado.
http://www.ciencia-online.net/2013/10/11-fatos-sobre-sistema-endocrino.html#sthash.L4oE5JaU.dpuf
Stress coloca o sistema endócrino em alta velocidade
Em resposta ao estresse, o sistema endócrino segrega rapidamente várias hormonas em níveis mais elevados do que o normal, a fim de ajudar o corpo a mobilizar mais energia e se adaptar às novas circunstâncias.
Por exemplo, o eixo pituitário-adrenal começa a libertar adrenalina para aumentar o volume de sangue bombeado pelo coração e o fluxo de sangue para os músculos esqueléticos. E durante o stress físico agudo, a hipófise também pode aumentar a secreção da hormona do crescimento, o que aumenta a atividade metabólica.
Mas eventos stressores prolongados, ou frequentes, podem levar a um certo número de doenças endócrinas, incluindo a doença de Graves, a disfunção das gónadas e a obesidade, de acordo com um artigo de 2011, no Indian Journal of Endocrinology and Metabolism.
http://www.ciencia-online.net/2013/10/11-fatos-sobre-sistema-endocrino.html#sthash.L4oE5JaU.dpuf
O álcool tem efeitos generalizados sobre o sistema endócrino
É bem sabido que o álcool pode afetar a sua saúde de uma série de maneiras, tais como diminuir o risco de doença cardíaca e acidente vascular cerebral ( se consumido em doses baixas) e danificar o seu fígado. Mas os cientistas já sabem há décadas que o álcool também tem efeitos generalizados sobre o sistema endócrino.
Por exemplo, o álcool pode prejudicar a regulação dos níveis de açúcar no sangue, interferindo com certas hormonas, reduzir os níveis de testosterona em homens ao danificar os testículos e aumentar o risco de osteoporose ao mexer com uma hormona reguladora do cálcio chamada hormona da paratireoide.
http://www.ciencia-online.net/2013/10/11-fatos-sobre-sistema-endocrino.html#sthash.L4oE5JaU.dpuf
IAM X DIABETE
Diabete é uma doença do sistema endócrino na qual pela ação insuficiente do hormônio insulina, ocorre elevação nas taxas sanguíneas de glicose. Esta alteração leva danos em praticamente todos os sistemas do organismo, entre eles destacamos a circulação coronariana que sofre enrijecimento das artérias, ateromatose mais acelerada e deficiência na microcirculação.
A isquemia silenciosa, ou seja, a má irrigação cardíaca sem a produção de sintomas é comum entre diabéticos pelo comprometimento de nervos sensitivos.
Referência:
https://plus.google.com/103147336186627845317/posts/bDbTGctAXoE
Diabete é uma doença do sistema endócrino na qual pela ação insuficiente do hormônio insulina, ocorre elevação nas taxas sanguíneas de glicose. Esta alteração leva danos em praticamente todos os sistemas do organismo, entre eles destacamos a circulação coronariana que sofre enrijecimento das artérias, ateromatose mais acelerada e deficiência na microcirculação.
A isquemia silenciosa, ou seja, a má irrigação cardíaca sem a produção de sintomas é comum entre diabéticos pelo comprometimento de nervos sensitivos.
Referência:
https://plus.google.com/103147336186627845317/posts/bDbTGctAXoE
Andropausa.. sabe oque é???
Andropausa é um termo criado por analogia com menopausa, fase que ocorre na vida de todas as mulheres como consequência da falência dos ovários que deixam de produzir os hormônios estrogênio e progesterona. A menopausa é um marco indicativo do final do ciclo reprodutivo da mulher e pode vir acompanhada de alguns sintomas característicos: ondas de calor (fogachos), insônia, diminuição da libido, irritabilidade, suores noturnos, etc.
Nos homens, o processo é mais lento e insidioso. À medida que envelhecem, cai a produção de testosterona, o hormônio sexual masculino. Entretanto, mesmo com níveis mais baixos, seus valores ainda podem ser considerados dentro da faixa de normalidade.
Apesar de algumas mudanças físicas e psicológicas se instalarem por causa da queda desse hormônio, nem todos irão apresentar os sintomas característicos da andropausa. Isso só acontece com aqueles que têm uma diminuição mais expressiva dos níveis hormonais e, ainda assim, as manifestações são mais discretas e menos aparentes do que nas mulheres.
De qualquer forma, a andropausa é um período na vida do homem em que podem ocorrer sintomas que devem ser valorizados.
ANDROPAUSA/MENOPAUSA
Drauzio – Semanas atrás, atendi um homem de 55 anos que me contou a seguinte história. Estava no quintal de casa, numa noite de temperatura agradável, tomando um copo de cerveja e conversando com os amigos, quando de repente foi invadido por uma onda de calor muito forte e sudorese intensa. Depois de alguns segundos, o mal-estar foi passando e tudo voltou ao normal. Pode-se dizer que esses sintomas são equivalentes aos fogachos de que as mulheres se queixam no climatério?
Marcello Brostein – Os fogachos masculinos podem existir, mas são muito raros. Quando se manifestam, porém, são bem semelhantes aos que sentem as mulheres. Na verdade, o mecanismo que os provoca é o mesmo: a baixa na produção dos hormônios sexuais. No entanto, ao contrário do que acontece com as mulheres, pois a grande maioria se queixa de ondas de calor no período de perimenopausa e menopausa, conto nos dedos os homens que apresentaram esse sintoma.
Drauzio – São raros os homens que apresentam fogachos, ou eles não dão a devida importância ao sintoma, ou sequer o identificam, pois atribuem o calor repentino e exagerado à temperatura mais alta do ambiente, o que não acontece com as mulheres que sabem reconhecê-los facilmente?
Marcello Bronstein - Existe uma diferença fundamental nos dois quadros. Na menopausa, a produção de hormônios cai abruptamente e, em questão de um ano, às vezes menos, a grande maioria das mulheres apresenta alterações e sintomas decorrentes dessa baixa repentina nos níveis de estrogênio e progesterona.
Nos homens, a situação é outra. Primeiro, nem todos têm queda hormonal significativa. Segundo, quando ela ocorre, o faz de maneira insidiosa, lentamente. Por isso, talvez neles as manifestações sejam mais subclínicas, menos aparentes do que na mulher.
NÍVEIS DE TESTOSTERONA
Drauzio – O pico da produção de testosterona ocorre na adolescência. A partir de que idade, começa a declinar?
Marcello Bronstein – Começa a cair a partir dos 30 anos de idade, mas cai devagar. É muito difícil, no entanto, elaborar um estudo populacional sobre as concentrações desse hormônio ao longo da vida, porque os valores normais de testosterona no sangue têm um espectro muito grande. Na maioria dos laboratórios, varia de 300ng/dl a 1.000ng/dl, às vezes 1.200ng/dl.
Por isso, se tabularmos esses valores a partir dos 30 anos até os 80 de idade, concluiremos que existe uma tendência de queda, mas a dispersão é tão grande que um indivíduo de 30 anos, absolutamente normal, pode ter dosagem mais baixa de testosterona do que um de 60 anos.
Drauzio – Portanto, um homem de 30 anos com 320ng/dl de testosterona está dentro da faixa de normalidade. Já um outro com 80 anos e valores um pouco mais altos, 350ng/dl, por exemplo, pode ter tido uma queda que merece atenção especial.
Marcello Bronstein – Provavelmente, o padrão de decréscimo na produção de testosterona ao longo da vida é determinado por diferenças pessoais, e só elas podem explicar por que um indivíduo comece com 1.000ng/dl e caia para 400ng/dl e outro comece com 600ng/dl e se mantenha nos mesmos 400ng/dl.
Drauzio – Você recomenda que a testosterona seja medida rotineiramente?
Marcello Bronstein – Apenas por curiosidade, não, pois um indivíduo com valores mais baixos, embora normais, corre o risco desnecessário de ficar impressionado com o resultado. No meu ponto de vista, a indicação depende do objetivo do exame. Se há manifestações clínicas compatíveis com deficiência de testosterona, deve-se pedir a dosagem.
Drauzio – Você disse que, na maioria dos laboratórios, a faixa de normalidade dos valores de testosterona varia entre 300ng/dl varia e 1.200ng/dl. Isso significa que quem produz 1.000 é três vezes mais “macho” do que quem produz 300?
Marcello Bronstein – Não é, mesmo porque existem algumas peculiaridades na dosagem da testosterona que precisam ser valorizadas.
Primeira: porque sua concentração no sangue varia durante o dia, isto é, atinge o nível máximo pela manhã e cai à tarde, às vezes pela metade. Então, dependendo do horário em que é colhido o material para exame, pode-se achar que houve queda ou aumento na produção do hormônio.
Segunda: a testosterona dosada é a testosterona total, que é apenas um reflexo de grande parte desse hormônio ligado a proteínas transportadoras. Entretanto, a que vai exercer os efeitos é a testosterona livre. As coisas funcionam como se a proteína fosse um ônibus e a testosterona, o passageiro. O ônibus pode ser visto, fotografado, só que o passageiro – a testosterona – não atua enquanto estiver dentro dele. Só vai atuar nos tecidos quando estiver livre.
Na verdade, a composição da testosterona total e livre varia de homem para homem, conforme a situação e o método utilizado para análise. Por isso, valores de testosterona total três vezes maior num indivíduo do que no outro não significa que o primeiro seja três vezes mais “macho”, mesmo porque o nível de testosterona livre pode ser igual nos dois casos.
DEFICIÊNCIA DE TESTOSTERONA
Drauzio – Você poderia explicar a relação entre a testosterona e a libido?
Marcello Bronstein – A testosterona é o principal hormônio envolvido na libido do homem e da mulher também. Sem dúvida nenhuma, ela precisa desse hormônio para exercer sua plenitude sexual. Enfocando especificamente o lado masculino, quando há deficiência de testosterona, a libido fica comprometida, principalmente a libido evocativa, como mostram alguns estudos.
Em outras palavras: basta o jovem com níveis altos de testosterona pensar em algo que o excite, que seu organismo reage positivamente. Já o indivíduo com mais idade, se tiver níveis baixos de testosterona, precisa de estímulos mais objetivos, como ver uma revista ou filme pornográfico ou, ainda, de um contato mais direto para ter uma atuação mais efetiva.
O que quero dizer com isso é que a testosterona é um hormônio facilitador da libido, embora não seja indispensável. Haja vista as histórias de eunucos, indivíduos castrados para tomar conta de haréns e não bulir com as favoritas do sultão, que eram capazes de manter relações sexuais mesmo sem produzir testosterona.
Estudos antigos com soldados que lutaram na guerra da Coreia e perderam os testículos numa explosão, ao pisar em armadilhas, mostraram que a falta de testosterona não os impedia de exercer a atividade sexual. Casos como esses talvez sejam possíveis porque, embora em menor quantidade, a testosterona também é produzida pelas glândulas suprarrenais, o que nos permite afirmar que ela é fundamental para a integridade da libido.
A propósito, é importante distinguir libido, que é o apetite sexual, da função erétil. Está claro que a perda da libido aumenta a dificuldade de ereção, mas os indivíduos com comprometimento da libido procuram menos o médico do que os portadores de diabetes com dificuldade erétil, por exemplo.
OUTRAS CAUSAS
Drauzio – Além da queda natural da testosterona relacionada com o envelhecimento, há outras causas para que isso aconteça?
Marcello Bronstein – Como já colocamos, a andropausa é muito mais insidiosa do que a menopausa. Ao contrário das mulheres que, inexoravelmente, vão passar por essa fase, os homens podem chegar aos 80 anos sem apresentar nenhum sintoma. O que determina isso, ninguém sabe.
No entanto, homens com diminuição da libido e níveis hormonais muito baixos precisam ser avaliados para determinar a possível causa do distúrbio – tumor na hipófise, níveis inadequados de prolactina, consumo de drogas, maconha inclusive -, que pode provocar ginecomastia, isto é, aumento do tecido mamário, por exemplo.
Afastadas todas essas possibilidades, a deficiência de testosterona associada a certos distúrbios físicos e psicológicos pode caracterizar um caso de andropausa.
REPOSIÇÃO HORMONAL
a) Testosterona
Drauzio – A reposição hormonal para mulheres já mereceu vários estudos sobre suas vantagens e desvantagens. Existem trabalhos científicos a respeito da reposição de testosterona para os homens?
Drauzio – A reposição hormonal para mulheres já mereceu vários estudos sobre suas vantagens e desvantagens. Existem trabalhos científicos a respeito da reposição de testosterona para os homens?
Marcello Bronstein – Pode parecer óbvia a ideia de que dobrar a quantidade de testosterona produzida por um homem com mais idade é uma forma de garantir-lhe aumento do desejo e da frequência sexual, mas isso está longe de ser verdade.
Primeiro, porque homens com níveis normais desse hormônio não se beneficiam com a reposição. Depois, porque o uso da testosterona não é inócuo, uma vez que aumenta o risco de câncer de hipófise, por exemplo, e pode acelerar a evolução de certos tumores. Tanto é assim, que a ablação dos testículos é uma das condutas recomendadas para o tratamento do câncer de próstata.
Além disso, o excesso de testosterona é responsável também por casos de apneia do sono e pelo aumento dos glóbulos vermelhos no sangue. Como se vê, a prescrição desse hormônio tem de ser feita com muito critério. Particularmente, só recomendo a reposição depois de ter realizado um acompanhamento longitudinal dos níveis hormonais do paciente.
b) Hormônio do crescimento
Drauzio – Já que estamos falando de reposição hormonal para homens, ministrar hormônio do crescimento ajuda a retardar o processo de envelhecimento?
Marcello Bronstein – O hormônio do crescimento, ou GH (Growth Hormone) é produzido pela hipófise, e a mais aparente de suas funções é promover o crescimento longitudinal, desde a infância até o final da adolescência. É certo que seus níveis diminuem depois disso, mas nós continuamos produzindo esse hormônio até morrer.
Como a biologia molecular tornou possível obter quantidades ilimitadas de GH, os laboratórios passaram a investir em protocolos de estudo, focalizando situações que extrapolavam a falta de crescimento nas crianças. Sabemos hoje que adultos com deficiência desse hormônio, portadores de tumor na hipófise, beneficiam-se com a reposição, não só psicologicamente, mas porque ganham musculatura, perdem tecido gorduroso, aumentam a densidade dos ossos, o que evita a evolução da osteoporose. Inclusive sob o ponto de vista coronariano e de controle do colesterol, o benefício é grande, mas eu insisto: só se indica a reposição para os adultos com deficiência comprovada do hormônio do crescimento.
Drauzio – De onde veio a ideia de indicar o hormônio do crescimento para as pessoas que estão envelhecendo?
Marcello Bronstein - Níveis inferiores de hormônio de crescimento humano, também conhecido como somatotrofina, durante o processo de envelhecimento, são responsáveis por certa tendência à depressão, à redução da musculatura e ao aumento da massa gordurosa. Criou-se, então, um outro termo para definir essa carência: somatopausa.
No começo dos anos 1990, nos Estados Unidos, o falecido dr. David Woodman acompanhou indivíduos na faixa dos 60 anos, com níveis normais de hormônio de crescimento, que fizeram uma terapia de reposição durante seis meses. A conclusão foi que todos ganharam massa muscular, mais densidade óssea e eliminaram gordura. O cientista, porém, deixou em aberto uma pergunta: “Será que, a longo prazo, esses benefícios são mentidos?”.
No entanto, bastou que esse trabalho fosse publicado no New England Journal of Medicine, para que as revistas leigas alardeassem em letras garrafais: “Descoberto o hormônio do rejuvenescimento”.
Drauzio – A partir de então, o hormônio do crescimento passou a ser considerado como uma espécie de fonte da juventude…
Marcello Bronstein – É um absurdo colocar as coisas dessa forma, porque não há evidências concretas de que o idoso hígido, saudável se beneficie com a reposição. Depois, porque o hormônio do crescimento, assim como a testosterona, pode ter efeitos indesejáveis, pois induz a produção do IGF-1 (fator de crescimento do tipo insulina 1), substância ligada à proliferação celular e envolvida com o desenvolvimento de câncer. Idoso propenso a apresentar neoplasias, que receber dose excessiva de IGF-1 indiretamente veiculada pelo hormônio do crescimento, corre risco maior de desenvolver esse tipo de doença ou de piorar sua evolução.
E não é só câncer: diabetes e dores articulares também estão entre as moléstias que podem ser provocadas pelo hormônio do crescimento, cujo preço é altíssimo e deve ser aplicado por via subcutânea.
Por isso insisto: a administração do hormônio do crescimento visando ao rejuvenescimento deve ser condenada. Para os idosos hígidos, sem nenhuma doença manifesta, o benefício está diretamente correlacionado com a prática de exercícios e a boa alimentação, dois fatores que favorecem a produção de hormônio do crescimento pelo próprio organismo. No entanto, existe um subgrupo de idosos frágeis, debilitados, que passaram por cirurgia ou tiveram AVC, esses podem beneficiar-se com o uso do GH.
PERIGO DA REPOSIÇÃO DO GH
Drauzio – O problema é que o hormônio do crescimento está sendo utilizado indiscriminadamente por jovens para ganhar massa muscular.
Marcello Bronstein – É importante dizer aos jovens que se valem do GH, assim como dos anabolizantes e da testosterona, para melhorar a performance atlética, que, além de ser tremendamente prejudicial à saúde, isso é considerado doping pelo Comitê Olímpico Internacional. Ao contrário do que acontece com as drogas aminovasoativas, é difícil detectar o hormônio do crescimento na corrente sanguínea. No entanto, não se pode esquecer de que foram desenvolvidos métodos modernos para fazê-lo sem erro.
Drauzio – Não é segredo para ninguém, que existe um verdadeiro comércio paralelo, e muito lucrativo, de anabolizantes nas academias. As pessoas não se contentam em receitar os disponíveis nas farmácias. Vendem produtos importados, de origem duvidosa, e muitos jovens tomam essas substâncias com frequência, especialmente agora que viraram moda os brutamontes com músculos descomunais. Como você enxerga esse consumo?
Marcello Bronstein – Com muita preocupação. Quando receito alguns tipos de hormônio que têm de ser importados, porque o paciente precisa deles para recuperar-se, você não imagina a dificuldade. O mesmo acontece com a testosterona vendida nas farmácias, que limitam o número de doses disponíveis em cada compra.
Os jovens precisam entender que o uso prolongado da testosterona, por exemplo, em doses mais altas inibe a produção de hormônios pela hipófise e provoca a atrofia testicular. Acho que, se lhes perguntássemos, todos prefeririam ter menos músculos e testículos normais, a ter músculos desenvolvidos e testículos de tamanho reduzido.
Drauzio – A atrofia dos testículos é sinal de que a produção de testosterona ficará comprometida com o passar do tempo?
Marcello Bronstein – Isso não se pode afirmar com certeza, porque não há provas de que, suspendendo o uso adicional de testosterona, sua produção natural não seja recuperada. Trato de pacientes que apresentaram tumores de hipófise ou níveis altos de prolactina e ficaram muitos anos sem produzir testosterona, mas que recuperaram a capacidade de secretar esse hormônio, assim que afastaram a causa indireta do problema. Embora não possa afirmar que haja atrofia irreversível dos testículos, pessoalmente, eu não me arriscaria.
Drauzio – Com isso, você quer dizer que o risco existe…
Marcello Bronstein – Existe, sem dúvida nenhuma. Tanto é que na fase em que está tomando testosterona, o homem é infértil, o que não significa que o hormônio deva ser usado como anticoncepcional masculino.
Drauzio – Esses medicamentos podem também provocar alterações hepáticas.
Marcello Bronstein – Principalmente, uma forma oral chamada metiltestosterona pode provocar lesões importantes no fígado. Com as testosteronas injetáveis ou sob a forma de gel, os efeitos são menos agressivos.
Drauzio – O ganho muscular é evidente nas pessoas que recebem testosterona?
Marcello Bronstein – São, porque a testosterona, da mesma forma que o hormônio do crescimento e os anabolizantes, aumenta muito a síntese protéica. Esse ganho muscular, porém, é obtido por meio de uma intervenção artificial, que tem um preço a ser pago em moeda e outro com a saúde. Não existe fórmula mágica: só o exercício físico garante o desenvolvimento saudável da musculatura.
pesquisa: http://drauziovarella.com.br/envelhecimento/andropausa/
segunda-feira, 28 de abril de 2014
Você sabe quais são as complicações potenciais de distúrbios endócrinos?
Enquanto a maioria dos distúrbios endócrinos são suaves e lentos para o progresso, certos distúrbios endócrinos pode levar a complicações ao longo do tempo como sinalização hormonal desequilibrada afeta os processos normais do corpo. Em casos de doença de Addison e hipotireoidismo em particular, os ataques agudos ou crises pode ter complicações sérias. Diabetes também pode ter potencialmente fatais complicações. Complicações de doenças endócrinas não tratados ou mal controlados podem ser graves, até fatais, em alguns casos. Você pode ajudar a minimizar o risco de complicações graves, seguindo o plano de tratamento que você e seu projeto profissional de saúde especificamente para você. Complicações de certas doenças endócrinas incluem:
sexta-feira, 25 de abril de 2014
Diabetes Gestacional:
O diabetes pode ocorrer de duas formas durante a gravidez: 1. A mulher já era portadora da doença e engravida (o mais comum, em portadoras de diabetes tipo 2, 90% dos casos); 2. O diabetes se desenvolve com a ocorrência da gravidez, após a 20ª semana de gestação, podendo ou não desaparecer com o término da gestação- diabetes gestacional (DMG). (Foto 2)
Estudo francês recentemente publicado na revista Diabetes Care, (Diab Care 2012; nov.)¹, mostrou um aumento de cerca de 10% da incidência de fatores de risco para DMG, nos últimos 10 anos; e uma taxa de DMG em torno de 15% das gestantes. O fator de risco mais significativo foi o sobrepeso, que aumentou de 30,8% para 37,6% em 8 anos (2002 a 2010). A presença de um único fator de risco foi encontrada em 65% das mulheres com DMG ao final do estudo.
Estudo francês recentemente publicado na revista Diabetes Care, (Diab Care 2012; nov.)¹, mostrou um aumento de cerca de 10% da incidência de fatores de risco para DMG, nos últimos 10 anos; e uma taxa de DMG em torno de 15% das gestantes. O fator de risco mais significativo foi o sobrepeso, que aumentou de 30,8% para 37,6% em 8 anos (2002 a 2010). A presença de um único fator de risco foi encontrada em 65% das mulheres com DMG ao final do estudo.
Outro dado importante é o fato de que o DMG prévio aumenta a chance em cerca de 7x de a mulher persistir com diabetes após 10 anos; ou seja, cerca de 40-50% das mulheres podem estar com diabetes após 7 a 10 anos da gravidez. Lembramos que o DMG é um estado clássico de resistência aumentada à ação da insulina, durante a 2ª metade da gravidez, em que diversos hormônios placentários são produzidos em maior escala, interferindo no mecanismo de regulação glicose-insulina, que pode culminar com o diabetes na gestação; especialmente nas mulheres com o perfil abaixo descrito (“fatores de risco”). Lancet, 2009; 373; 1773-9.
Diagnóstico = Exames de sangue realizados no inicio da gestação e no período entre 24 a 28 semanas, para definição do diagnóstico; a serem definidos pelo endocrinologista.
Os fatores de risco mais importantes são:
• Idade acima de 35 anos¹;
• IMC > 25 kg/m² (sobrepeso); ou ganho excessivo de peso na gravidez atual;
• Histórico familiar de diabetes em parentes próximos (1º grau)
• Crescimento fetal excessivo, hipertensão ou pré-eclâmpsia na gravidez atual;
• Antecedentes obstétricos prévios: de morte fetal ou neonatal, de macrossomia (peso excessivo do bebê)
• História prévia de diabetes gestacional (DMG).
Tratamento = Deve ser definido pelo seu Endocrinologista, juntamente com o Obstetra, conforme os resultados dos exames e fatores de riscos, levando-se em conta os dados de ultrassom; para se definir o melhor tratamento (cuidados nutricionais e necessidade de insulina).
O controle adequado e seguimento de pré-natal endócrino serão fundamentais para o sucesso da gestação, tanto para mãe quanto para o feto: indica-se controle semanal até atingir as metas glicêmicas adequadas e após, seguir controle quinzenal até 32ª semana, e controle semanal da 32ª semana até a concepção/parto.
Controle Glicêmico – Exames – RotinasA definição de exames, metas glicêmicas a cumprir, controle nutricional, exames mensais e trimestrais, serão definidos pelo endocrinologista em sua primeira consulta, conforme o tipo de diabetes (DM2 prévio ou DMG). O uso de medicações orais e/ou insulina (e quais os tipos de insulina) e dosagens corretas serão definidos pelo seu médico durante suas avaliações em consultas. Procure seu endocrinologista!
pesquisa: http://www.fredericomaia.com.br/#!gravidez-endocrinologia/c5qb
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